Escola sem Partido impõe retrocesso à luta contra discriminação

Em uma sala de aula, um adolescente começa a ser alvo de discriminação de um colega, que se utiliza de argumentos religiosos. A situação se agrava e os jovens se agridem fisicamente. O professor observa a situação, mas teme fazer algo, pois está proibido de afrontar as convicções religiosas ou morais dos alunos ou de seus pais. A aprovação do projeto Escola sem Partido, proposta que tramita atualmente em Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso, pode fazer dessa uma situação real, na avaliação da presidenta do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), Rosilene Corrêa.

“Na prática, o Escola sem Partido vai liquidar os avanços em direitos humanos que tivemos nos últimos anos. Se um aluno homossexual ou de uma religião não cristã for discriminado por outro que apoia suas afirmações em ideias religiosas, o professor não poderá intervir. Pois estaria questionando valores religiosos”, afirmou a professora.

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Concluída a licitação para construção de mais uma creche em São José

A Vereadora Amélia tem buscado, em conjunto com a Prefeitura, maiores investimentos na área da educação para atender toda a cidade. Além dos avanços conquistados com a instalação do programa Escola Interativa em todas as unidades da rede municipal, a prefeitura de São José dos Campos tem investido também na construção de unidades escolares, como EMEFs e EMEIs por toda a cidade.

Os moradores do bairro Santa Edwiges em breve receberão uma nova creche, com capacidade para atender cerca de 350 crianças de 0 a 5 anos.

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