‘QUEREMOS TRABALHAR, MAS SOMOS TRATADOS COMO BANDIDOS!”

‘QUEREMOS TRABALHAR, MAS SOMOS TRATADOS COMO BANDIDOS!”

  • Post category:Atuação
Compartilhe nas redes

Esse é o sentimento de diversos cooperados que atuavam no complexo da antiga Tecelagem Parahyba, mas estão proibidos de entrarem no galpão por determinação do governo Felicio Ramuth.

Apesar da crise econômica, do grande desemprego, o prefeito interditou as instalações da cooperativa Coopertêxtil, prejudicando cerca de 400 trabalhadores, sem nem mesmo tentar algum acordo que não prejudicasse os trabalhadores.

Nesta sexta-feira (22), a vereadora Amélia Naomi, o presidente do PT/SJC, Wagner Balieiro e o suplente de vereador, Lin Fernandes conversaram com os trabalhadores que lutam para voltar a produzir.

Uma das cooperadas revela que tem cerca de 50 funcionários direitos e indiretos e enfrenta problemas para cumprir os contratos. “É desesperador. Tem pedido que falta apenas algumas unidades, mas não podemos entrar. Estamos aqui na porta na esperança de que tenham sensibilidade e nos deixem trabalhar porque não vou conseguir cumprir os contratos de encomendas de natal”, disse.

O prefeito Felicio, que durante a pandemia não comprou uma única cesta básica para socorrer a população, apesar dos repasses, novamente se mostra desumano e insensível ao interditar a cooperativa.

ACERVO – Além de afetar o sustento de tantas pessoas, o prefeito também está colocando em risco o acervo de documentos para fins de aposentadoria e medidas judiciais de cerca de 27 mil ex-trabalhadores da antiga Tecelagem Parahyba. 

A vereadora Amélia Naomi (PT) fez um requerimento questionando o motivo da ação contra a Coopertêxtil e também por que a Prefeitura até agora não deu nenhuma destinação a outro prédio do complexo, onde funcionava a Diretoria Regional de Saúde, que está desocupado e abandonado há anos. Lamentavelmente, o documento foi rejeitado pelos vereadores aliados ao prefeito. Toda solidariedade à luta dos trabalhadores!