Mais Médicos supera meta e garante atendimento a mais de 51 milhões de pessoas

Mais Médicos supera meta e garante atendimento a mais de 51 milhões de pessoas

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O Mais Médicos encerra seu quarto ciclo de seleção com o atingimento da meta de levar mais 13.235 profissionais às unidades básicas de saúde dos municípios que aderiram ao programa até o primeiro trimestre deste ano, com ampliação do atendimento a 45,6 milhões de brasileiros. O desempenho foi possível graças à entrada de mais profissionais brasileiros e estrangeiros por meio da cooperação individual e do acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) que permitiu a atuação de médicos cubanos no Brasil.

No quarto ciclo, entram no programa 192 profissionais com diplomas emitidos por instituições brasileiras ou por elas revalidados e 204 intercambistas, ou seja, com exercício profissional reconhecido em outros países. Além destes, começaram a chegar ao Brasil desde quarta-feira (5) mais quatro mil médicos cubanos.

Atualmente, os 9.425 médicos que integram o programa estão distribuídos em 3.241 cidades e 32 distritos indígenas. Parte desse grupo, pouco mais de 2.000 que fazem parte do terceiro ciclo, ainda está finalizando o processo de avaliação e deve iniciar o atendimento nos municípios em março. O programa, com esse total, atinge quase 33 milhões de brasileiros e contempla mais de 70% da demanda por médicos apontada pelos municípios.

Mais Médicos para São José

Conforme anunciado pelo então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em visita à cidade em dezembro do ano passado, um dos municípios que receberá médicos do programa a partir de março é São José dos Campos.

Na ocasião, a vereadora Amélia Naomi destacou a importância da implantação do projeto na cidade, visando a melhora no atendimento na rede pública de saúde municipal.

Sobre o Mais Médicos

Lançado em julho de 2013 pela presidenta Dilma Rousseff, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com o objetivo de aperfeiçoar a formação de médicos na Atenção Básica, ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país e acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde.

Os profissionais do programa recebem bolsa formação de R$ 10,4 mil por mês e ajuda de custo pagos pelo Ministério da Saúde. Em contrapartida, os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos participantes.

Fonte: Portal Brasil