Campanha em defesa do SUS é lançada

Campanha em defesa do SUS é lançada

Faça parte do SUS e ajude a construir essa história! Esse foi o mote da Campanha Nacional em Defesa do SUS e Fortalecimento do Controle Social lançada nesta quarta-feira (06) e que contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Realizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) no contexto dos 25 anos do Sistema Único de Saúde (SUS), a campanha busca o apoio de toda a sociedade brasileira para defender o projeto de um SUS universal, integral e de qualidade para todos através, principalmente, do fortalecimento e visibilidade maior dos conselhos de saúde.

“Abrace o SUS e a saúde de qualidade para todo o povo brasileiro”, disse o ministro em apoio à campanha e ao fortalecimento do controle social.

A presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Maria do Socorro, enfatizou que a campanha não é apenas para fortalecer os órgãos do SUS. “À medida que a gente põe a campanha na rua, nós estamos ampliando a pauta da saúde para toda sociedade. Queremos a participação do cidadão comum”, explica Socorro.

Conselhos de saúde

Os conselhos de Saúde têm como missão a deliberação, fiscalização, acompanhamento e monitoramento das políticas públicas de saúde. Formados por entidades e movimentos sociais de usuários, prestadores de serviços, gestores e profissionais de saúde, os Conselhos são divididos em municipais, estaduais e nacional. Todos agregando cidadãos brasileiros em um esforço coletivo pela melhoria da nossa saúde e pela defesa e o aprimoramento do SUS.

Para saber mais sobre o Conselho Municipal de Saúde (Comus) de São José dos Campos e conferir o calendário de reuniões, clique aqui.

Fonte: Portal Brasil

São José se candidata para sediar Faculdade de Medicina

São José se candidata para sediar Faculdade de Medicina

Anúncio formal foi feito ontem por Carlinhos em evento na Câmara; curso teria 60 vagas e resultado da análise do MEC deve ser anunciado este mês

Foto: Alan Collet
Carlinhos anuncia interesse formal em Faculdade de Medicina em evento na Câmara – Foto: Alan Collet

A cidade de São José dos Campos entrou oficialmente na disputa para receber uma Faculdade de Medicina em seu território.
O prefeito Carlinhos Almeida (PT) anunciou ontem, em evento na Câmara, a candidatura de São José à sede do curso. Na mesa estavam presentes Carlinhos, o vice-prefeito Itamar Coppio, a presidenta da Câmara, vereadora Amélia Naomi, o secretário de Saúde Paulo Roitberg e o Dr. Gilson de Carvalho, ex-secretário de Saúde de São José dos Campos.
“Estamos formalizando junto ao MEC (Ministério da Educação e Cultura) a candidatura de São José para a faculdade, que será um grande benefício não só para nós, mais para toda a região”, disse o prefeito.
Pré-selecionada pelo MEC, em edital lançado no último dia 23 de outubro, São José tem que cumprir agora uma série de critérios para ser escolhida como sede do curso de Medicina.
Entre os critérios, estão o de ter no mínimo 70 mil habitantes, não ser uma capital e não ter curso de Medicina em seu território.
Além disso, o MEC exige que a cidade tenha mais de 100 vagas para atendimento SUS (Sistema Único de Saúde) em um único local e cinco leitos de SUS para cada vaga aberta na faculdade.
Se for escolhida, disse Carlinhos, a cidade pode receber uma faculdade com 60 vagas.
“Acho que esse é um bom número para o começo”, afirmou o prefeito.
Prazos.
O cronograma do MEC exige o envio das propostas das cidades até 14 de novembro. Uma lista com os municípios pré-selecionados será divulgada até o final do mês. O resultado definitivo será publicado no Diário Oficial da União, em 20 de dezembro.
Caso São José seja selecionada pelo MEC, explicou o secretário de Saúde, Paulo Roitberg, o Ministério lançará uma licitação para as instituições de ensino disputarem a abertura do curso na cidade.
Carlinhos informou ontem que três instituições já demonstraram interesse em concorrer: Univap (Universidade do Vale do Paraíba), Faculdades Anhanguera e Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos, administrada pelo grupo Suprema, que é de Juiz de Fora (MG).
“Tenho certeza de que a licitação, se for aberta, atrairá outras instituições. Vamos dar todo o apoio que elas precisarem”, disse o prefeito, que não descartou estudar redução ou dispensa de impostos para a instalação do curso.
A expectativa da prefeitura é que o curso possa lançar o vestibular para o segundo semestre de 2014.
A abertura de faculdades de Medicina faz parte do programa Mais Médicos, do governo federal. A meta é abrir 11.447 novas vagas em todo o país.

 Fonte: OVale

Campanha Nacional de doação de orgãos

Campanha Nacional de doação de orgãos

Nos últimos dez anos, o Brasil dobrou o número de doadores, passando de transplantes 7,5 mil para 15.141 cirurgias.

Com o tema “Não deixe a vida se apagar. Seja doador de órgão. Fale com sua família”, o Ministério da Saúde anunciou a campanha nacional de doação de órgãos. A meta do ministério é alcançar 15 doadores por milhão de habitantes até 2014. Até junho deste ano, o índice de doadores no Brasil era de 13,5 por milhão de habitantes, sendo que cerca de 95% dos transplantes no Brasil são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Após o SUS, Mais Médicos é a segunda revolução no sistema de saúde, diz profissional que atuará na Bahia

Após o SUS, Mais Médicos é a segunda revolução no sistema de saúde, diz profissional que atuará na Bahia

O baiano Fabiano Santos da Cruz, que acaba de retornar de Cuba, onde ganhou uma bolsa de estudos e se formou em Medicina, disse que o programa Mais Médicos é a segunda revolução no sistema de saúde brasileiro após a implantação do Sistema Único de Saúde (SUS). Fabiano, que é natural de Ipirá, a 202 Km de Salvador, vai atuar em Feira de Santana, e pretende ser um instrumento na melhoria de vida da população que mais precisa.

Fabiano e centenas de profissionais das mais variadas nacionalidades que integram a segunda fase do programa estão alojados na Academia Nacional de Polícia, no Distrito Federal, e ainda esta semana vão viajar para as cidades em que prestarão atendimento. Eles participaram nesta terça-feira (22), no Palácio do Planalto, da cerimônia de sanção da lei que institui o Mais Médicos, e contaram ao Blog do Planalto sobre a experiência de ser parte do programa.

“Um país como o Brasil precisa muito de médicos, é uma necessidade básica. Quem não tem saúde, o que pode fazer na vida?”, questiona a médica Celia Steiman, que veio da Argentina para participar do programa. Celia conta que os intercambistas estão aprendendo muito e elogiou o SUS. “Mesmo que ainda esteja faltando alguma coisa e não esteja tudo perfeito, é muito superior o nível da medicina comunitária no Brasil”.

A venezuelana Maria Fernanda Fernández Moraes conta que está feliz por participar do Mais Médicos. “A gente vai poder fazer um trabalho muito bonito aqui, ajudando o povo brasileiro”, disse ao lado do amigo Juan Martín Estevez, a quem incentivou para que também viesse ao país. “Ela me disse: ‘Juan, é hora de abrir portas’”.

Português intensivo

Na Academia Nacional de Polícia, além de moradia provisória, os médicos estrangeiros têm aulas intensivas de português. A professora Lara Amaral acompanhou os alunos durante a cerimônia e falou sobre o trabalho. “A experiência é muito rica para as duas partes”.

“A gente trabalha com um programa de língua portuguesa e cultura brasileira. Para que eles se prepararem para o cenário que eles vão encontrar nos interiores, no sertão, no cerrado. E a gente trabalha com músicas típicas, com vídeos […] Os médicos estão saindo capazes plenamente de ir para o consultório e atender a população”, conta Lara, que destacou ainda o respeito que recebe, em especial, dos alunos cubanos.  “Eles têm uma educação, uma postura, que é de tirar o chapéu”.

Clique aqui para assistir o vídeo

 

Fonte: Blog do Planalto

Senado aprova medida provisória do Programa Mais Médicos

Senado aprova medida provisória do Programa Mais Médicos

O Senado aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto de lei proveniente da medida provisória (MP 621/2013) que criou o Programa Mais Médicos, que permite a contratação de médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior para atuar em áreas pobres e remotas do Brasil.

Segundo o texto aprovado, o estrangeiro não precisará revalidar o diploma nos três anos do programa. O registro dos médicos vindos do exterior será feito pelo Ministério da Saúde em substituição aos Conselhos Regionais de Medicina. Apenas a fiscalização do trabalho dos participantes do programa continuaria sendo feita pelos conselhos.

Os médicos estrangeiros participantes do programa, porém, não poderão exercer a medicina fora das atividades do Mais Médicos. Eles somente poderão participar da prorrogação de três anos do Mais Médicos se integrarem “carreira médica específica”, cuja definição depende de regulamentação em projeto de lei.

Diferentemente do que estabelecia a redação original da MP, os médicos aposentados foram incluídos na categoria prioritária de contratação do programa. A medida provisória ainda modifica as regras para formação médica no Brasil. Os programas de residência médica deverão viabilizar, até 31 de dezembro de 2018, a oferta anual de vagas equivalentes ao número de graduados em medicina do ano anterior, consideradas as vagas de residência em medicina geral de família e comunidade e em residências médicas de acesso direto (genética médica, medicina do tráfego, medicina do trabalho, medicina esportiva, medicina física e reabilitação, medicina legal, medicina nuclear, patologia e radioterapia). Quanto ao internato, estágio exigido para a conclusão do curso de graduação, o texto estipula que ao menos 30% de sua carga horária serão destinados à atenção básica e ao serviço de urgência e emergência do SUS.

Abrangência do Mais Médicos

O Programa Mais Médicos já conta com 1.020 profissionais em atividade nas regiões mais carentes do País. O atendimento realizado por este grupo, distribuído no interior e nas periferias de grandes cidades, atinge mais de 3,5 milhões de brasileiros.

Interior do País

Os médicos da primeira etapa do programa estão alocados em 577 municípios e 17 Distritos Sanitários Indígenas. As regiões mais carentes do país foram as que receberam profissionais, uma vez que 71% dos locais atendidos ficam no interior do país.

Do total de locais atendidos, 423 são cidades com 20% ou mais de sua população em situação de extrema pobreza, que possuem mais de 80 mil habitantes e menor renda per capita, além de regiões indígenas. As demais áreas atendidas são periferias de 20 capitais e 151 regiões metropolitanas.

Lançado em 8 de julho pela presidenta Dilma Rousseff, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.

Os profissionais do programa recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos selecionados. Como definido desde o lançamento, os brasileiros têm prioridade no preenchimento dos postos apontados e as vagas remanescentes são oferecidas aos estrangeiros.

Fonte:  brasil.gov.br