Prefeitura abre sistema para Consulta de Cirurgias Online

Prefeitura abre sistema para Consulta de Cirurgias Online

A Prefeitura de São José dos Campos disponibilizou no seu site (clique aqui para acessar) um sistema de Consulta de Cirurgias Online, desenvolvido pelo IPPLAN em parceria com a Secretaria da Saúde. O sistema iniciou a operação nessa segunda-feira (28).

O sistema vai permitir ao paciente conhecer sua colocação na lista de espera e acompanhar o andamento da solicitação. A ferramenta compreende os pacientes que aguardam por cirurgia eletiva, aquela que não é de urgência. Essa cirurgia difere das de emergência, quando o paciente corre risco de morte se não for operado imediatamente.

Em 2015, a Prefeitura realizou um total de 21.680 cirurgias, entre procedimentos ambulatoriais e hospitalares. Até setembro deste ano foram 13.836 cirurgias. Para o secretário de Saúde, a ferramenta é o resultado de um trabalho de reorganização da fila, que começou em 2013.

“É hora de mudar”, artigo da diretora executiva da ONU Mulheres

“É hora de mudar”, artigo da diretora executiva da ONU Mulheres

O estupro coletivo de uma menina de 16 anos, no Rio, reforça a urgência de adotarmos tolerância zero à violência contra mulheres e meninas no mundo.

O silêncio da jovem foi quebrado pelos homens que, vangloriosamente, postaram as imagens do estupro na internet. Aprofundando o abuso, mostraram o corpo da garota, na confiante expectativa de aprovação de seus pares e de impunidade. Este é o momento de o Brasil reafirmar o Estado de Direito e o respeito aos direitos humanos.

ONU Mulheres - Phumzile Mlambo NgcukaA quase certeza dos homens de que o estupro não será punido ilustra o clima de naturalização do abuso, a cultura de violência diária e o gritante fracasso da Justiça. Estima-se que apenas 35% dos estupros no Brasil sejam relatados. Ainda assim, a polícia brasileira registra casos a cada 11 minutos, todos os dias.

Medo, vergonha ou desespero contribuem para a bruta subnotificação da violência sexual. Poucas mulheres e meninas estão recebendo a ajuda de que necessitam -e a que têm direito- para apoiar o processo de cura de suas dores emocionais e físicas e para protegê-las contra a gravidez indesejada, assim como de HIV ou outras doenças sexualmente transmissíveis.

A lei 12.845/2013 prevê o atendimento obrigatório e abrangente, em todos os hospitais integrantes da rede do SUS, de pessoas vítimas de violência sexual. Um outro dado alarmante reforçar a importância da medida: na América Latina, 56% das gestações não são planejadas ou intencionais.

Mulheres e meninas precisam ter acesso à gama de serviços e direitos de saúde reprodutiva. Os riscos são maiores para as mais vulneráveis, com dificuldade de se proteger adequadamente contra a infecção e a gravidez indesejada, especialmente no contexto de estupro.

Para oferecermos um atendimento eficiente, as estruturas legais e médicas precisam ser mobilizadas para lidar com os casos. Forte ação deverá ser tomada para fortalecer e ampliar os serviços voltados às vítimas.

A violência de gênero compromete fortemente sociedades, economias, governos e o potencial global a longo prazo. Restringe vidas, limita opções e viola os mais básicos direitos humanos.

Em todas as suas formas -que incluem ainda a brutalidade física contra mulheres defensoras dos direitos humanos e o assassinato de figuras políticas femininas, a exemplo do que ocorreu com a hondurenha Berta Cáceres-, essa violência diminui a todos nós.

Por esse motivo, é, ao mesmo tempo, tão importante o aumento da representação das mulheres em posições de liderança.

A tolerância zero precisa de todo o peso das leis já em vigor para rastrear, processar e punir os autores desses crimes.

Desde os mais altos níveis de governo, passando por polícia, advogados e tribunais, todos devem agir com renovada responsabilidade diante das agressões sofridas por mulheres e meninas. É necessário entender os reais custos e efeitos da violência sexual.

Mais importante ainda, este é um momento propício para que cada homem reflita e se posicione contra a cultura do machismo. Isso não deve esperar mais um dia.

PHUMZILE MLAMBO-NGCUKA é subsecretária-geral da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres

Temer encerra vagas do Pronatec, ProUni e Fies

Temer encerra vagas do Pronatec, ProUni e Fies

Pacote neoliberal de Temer encerra ciclo histórico de inclusão social

prouniAs políticas sociais de Lula e Dilma foram fundamentais para que milhares de brasileiros conseguissem o seu diploma, em um país historicamente marcado pela segregação e ampla desigualdade social.

Segundo dados do IBGE de 2015, Os estudantes de 18 a 24 anos que frequentam ensino superior no Brasil somavam 58,5% do total de estudantes nessa faixa etária em 2014. O percentual é 25 pontos percentuais maior que o de dez anos antes.

Em 2004, 16,7% dos estudantes pretos e pardos com 18 a 24 anos frequentavam o ensino superior, segundo a pesquisa, número que cresceu para 45,5% em 2014. Apesar do aumento, os negros não chegaram a atingir o percentual que estudantes brancos já apresentavam em 2004: 47,2%. Para esse grupo, o aumento verificado nos últimos dez anos fez com que 71,4% dos estudantes brancos de 18 a 24 anos estivessem na universidade.

Na área da Saúde, outra mudança de Temer prevê reduzir cada vez mais o número de estrangeiros no Mais Médicos.

 

 

 

Do Portal Vermelho, com Brasil 247 e Agência Brasil

Governo do golpe quer reduzir SUS e dar espaço a planos de saúde

Governo do golpe quer reduzir SUS e dar espaço a planos de saúde

Após dizer que reduzirá o Sistema Único de Saúde (SUS), o ministro golpista da Saúde, Ricardo Barros, afirma que não vai controlar a qualidade dos serviços de planos de saúde ofertados no País. “Ninguém é obrigado a contratar plano. Não cabe ao ministério controlar isso”, disse, em entrevista ao jornal “Estado de S. Paulo”.

Pouco preocupado com a qualidade dos serviços oferecidos pelos planos, Barros defende, no entanto, mais planos de saúde.

“Ninguém afirmou que a saúde tem de ser bancada apenas pelo governo. Quanto mais recursos destinados para a área, melhor para o SUS”, declarou.

Em entrevista à “Folha de S. Paulo”, publicada na terça-feira (17). Barros disse que é recomendável que os cidadãos tenham plano de saúde privado. “Quanto mais gente puder ter planos, melhor, porque vai ter atendimento patrocinado por eles mesmos, o que alivia o custo do governo em sustentar essa questão”. Horas após a entrevista ter sido divulgada, o ministro golpista recuou e disse não pretender reduzir o SUS.

A defesa dos planos de saúde é de suma importância para o ministro golpista por uma “simples razão”: doações eleitorais. O maior doador individual da campanha de Barros para deputado federal em 2014, coincidentemente ou não, foi Elon Gomes de Almeida, sócio do Grupo Aliança, uma gigante de planos de saúde, informou a coluna Expresso, da revista “Época”.

 

Fiscalização

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde e responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil.
Começam a vigorar, no domingo (15), as novas regras de atendimento prestado por operadoras de planos de saúde nas solicitações de procedimentos e serviços de cobertura assistencial. As medidas, definidas pela ANS por meio da Resolução Normativa 395, foram anunciadas em janeiro deste ano, pela gestão da presidenta eleita Dilma Rousseff. A multa em casos de descumprimento das normas varia de R$ 30 mil a R$ 250 mil.

 

 

Fonte: Linha Direta PT

OMS garante que vacinas da rede pública brasileira são seguras

“As vacinas que a organização recomenda para as gestantes e que são oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS) são seguras e eficazes”, diz comunicado da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O esclarecimento veio depois de uma série de boatos sobre supostos casos de gestantes que tomaram vacinas vencidas ou vacina contra rubéola e tiveram bebês com a malformação na cabeça.

gravida3Na nota, a OMS esclarece que vacina contra a rubéola não está no calendário das grávidas e também que sua aplicação em mulheres que ainda desconheciam a gravidez não resultou em consequências negativas para o feto.

Mais de 70 milhões de doses do imunizante já foram administradas em mulheres em idade fértil no Brasil.

Segundo a organização, outras vacinas, como a contra o tétano neonatal e a contra a gripe também podem ser aplicadas em grávidas com segurança para o bebê. A OMS reforça a importância de a população seguir todo o calendário de vacinação.

O Ministério da Saúde já havia desmentido os boatos e reforçado que as gestantes devem continuar tomando as vacinas destinadas a este público.

Em agosto de 2015, o ministério começou a registrar o aumento inesperado de casos de microcefalia no Nordeste. No final de novembro, a pasta confirmou que os casos tinham origem na infecção de gestantes pelo vírus Zika, que começou a ter circulação registrada no Brasil no ano passado.

 

 

 

Fonte: Portal Brasil com informações da Agência Brasil