Em defesa da democracia, Dilma Rousseff se encontrará com mulheres em São Paulo no dia 8

Em defesa da democracia, Dilma Rousseff se encontrará com mulheres em São Paulo no dia 8

A Praça da Sé, no centro de São Paulo, será palco do Encontro de Dilma com Mulheres em Defesa da Democracia, que ocorre na próxima sexta-feira, 8 de julho, a partir das 16 horas.

As mulheres do Estado de São Paulo recebem a presidenta legitimamente eleita, que tem viajado o País para denunciar o ataque à democracia e a retirada de direitos sociais promovido pelo governo golpista de Michel Temer (PMDB).

Mulher contra o golpeNa ocasião, as participantes também irão denunciar o descaso de Temer com as políticas para mulheres, que perdeu sua importância e agora está subordinada ao ministério da Justiça, com o ministro machista Alexandre de Moraes (PSDB), que criminaliza os movimentos sociais, é permissivo com a violência institucional e é contra os direitos e emancipação das mulheres.

Para piorar, foi nomeada como secretária de Mulheres a ex-deputada federal Fátima Pelaes (PMDB/AP), investigada pela Polícia Federal na participação de uma articulação criminosa, com desvio de R$ 4 milhões de suas emendas parlamentares para uma ONG fantasma.

Como parte da atividade, haverá ato cultural com as participações das cantoras Luana Hansen, Sharylaine e do bloco afro Ilú Obá de Min.

Serviço

Mulheres com Dilma em Defesa da Democracia
Praça da Sé, SP
Na próxima sexta-feira, 8 de jullho
A partir das 16h

Clique aqui para confirmar presença

 

 

Fonte: Linha Direta

60 mil pessoas tomam a Praça Sé para cantar pela democracia

60 mil pessoas tomam a Praça Sé para cantar pela democracia

Mais de 60 mil pessoas avermelharam a Praça da Sé e arredores, na mesma data que completa 62 do Golpe militar, para cantar e celebrar a democracia.

31/03/2016 - São Paulo - SP, Brasil - Ato em defesa da Democracia na Praça da Sé em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Organizado pelo movimento Frente Brasil Popular, o ato foi chamado de “Canto pela Democracia” e reuniu artistas, representantes de movimentos sociais, sindicais e partidos de esquerda.

Uma das artistas presentes, Leci Brandão, enquanto cantava a música “Zé do Caroço”, atualizou alguns versos e frisou que Dilma é quer o bem da favela.

A atividade reuniu representantes do MST, CUT, CTB, PT, PCdoB, PCO, Uneafro, CMP, UPES, MAB, Apeoesp, entre outras diversas entidades que lutam pela democracia.

Trio Alvorada, Laerte, Mistura Popular foram alguns dos artistas que cantaram na Sé pela democracia.

 

 

Fonte: Linha Direta

Jornada Nacional Em defesa da Democracia, Golpe Nunca Mais

Jornada Nacional Em defesa da Democracia, Golpe Nunca Mais

Odiado e perseguido pelas elites por promover a maior mudança social da história do Brasil, o ex- presidente Lula participará da Jornada Nacional Em defesa da Democracia, Golpe Nunca Mais que acontecerá em Brasília na próxima quinta-feira (31).

Com concentração a partir das 14h no estádio Mané Garrincha e os militantes seguirão em marcha às 18h contra o golpe e o retrocesso até a Praça dos Três Poderes, pintando de vermelho, verde e amarelo a Esplanada dos Ministérios.

Ato 31-03 contra o golpe2O ato político também contará com a presença de artistas e reunirá dirigentes dos movimentos sociais, partidários, sindicais, estudantis e todos aqueles que se opõem à articulação golpista orquestrada pelos setores da direita brasileira que apoiam o impeachment ilegítimo da presidenta Dilma Rousseff.

O processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff que se encontra no Congresso não possui justificativa legal, uma vez que, para a Constituição Federal, o chefe do poder Executivo só pode ser afastado de seu cargo caso haja comprovação de crime de responsabilidade no mandato em curso. Não há nenhuma comprovação de ato ilícito cometido pela presidenta, nem no atual mandato e nem no mandato anterior, explica o presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas..

Para o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Brito, o golpe é dos setores que perderam as eleições e querem tomar o governo na marra, para implantar um projeto derrotado que acaba com os direitos dos trabalhadores e entrega os interesses brasileiros ao capital multinacional.

“Não estamos defendendo o governo. Temos muitas críticas ao governo Dilma. Queremos mudança drástica nesta política econômica recessiva que tem penalizado os trabalhadores. Mas não podemos aceitar golpe a um mandato obtido com a vontade das urnas. Não podemos aceitar golpe à democracia, que é um bem muito caro ao povo brasileiro. Por trás do golpe, há interesses tenebrosos contra a classe trabalhadora”, destacou Rodrigo.

A Jornada Nacional em Defesa da Democracia, Golpe Nunca Mais também acontecerá em todos os estados do país

Ato 31-03 contra o golpe1Para o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, só com a união da classe trabalhadora, a maior prejudicada com a crise, conseguiremos barrar o golpe em curso no Brasil. “Convocamos todos os trabalhadores e trabalhadoras de Brasília, bem como os movimentos sociais e toda a sociedade civil para participar desse enfrentamento com as elites e tornar o ato de quinta-feira um dos mais significativos desse difícil período na história do nosso país. É um momento decisivo para garantir os direitos conquistados com muito suor, sangue e luta e a continuidade da construção de uma sociedade democrática e com justiça social”, conclama o dirigente CUTista.

Saiba onde acontecerão os atos nos da Jornada Nacional em Defesa da Democracia, Golpe Nunca Mais!
Contra o Ajuste Fiscal: Por outra política econômica!
Em defesa dos Direitos: Contra a Reforma da Previdência!

SÃO PAULO

31/03: 16h – Canto da Democracia em São Paulo (Praça da Sé)
https://www.facebook.com/events/909827309124576

 

Acontecerão atos em outros estados e também atos internacionais, clique aqui e acompanhe a agenda de atividades.

No mês da mulher, mais espaço na gestão das cidades, por Fátima Pacheco Jordão

No mês da mulher, mais espaço na gestão das cidades, por Fátima Pacheco Jordão

Mulheres Fora Cunha

Em 2015, as mulheres nas ruas gritaram “Fora Cunha”, foram as primeiras a atacar o poderoso político e conseguiram enfraquecer o inimigo. Em 2016, poderão ir às praças para brigar em outra quadra, a eleitoral. Mas é bom advertir, desde já, que o cenário político brasileiro vai continuar indefinido e confuso por muito tempo. Nada impede de se fazer projeções prováveis, como sobre eleitores e candidatas. As eleições municipais deste ano significarão muito para o Brasil e para as mulheres em particular. As cidades, nos últimos anos, têm levado grande número delas a se candidatar para câmaras municipais e prefeituras.

Essas candidatas, líderes de movimentos sociais, militantes de diversos partidos, sabem que os poderes das cidades podem mudar as coisas para as outras mulheres. A política municipal define a disponibilidade de serviços fundamentais para a vida delas e de suas famílias, como transportes de qualidade, postos de saúde e hospitais, creches e escolas, centros de cultura e tantos outros. O 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, poderia até ser dedicado à tenacidade dessas mulheres que enfrentarão os caciques partidários e os poderosos de sempre que manejam os controles das máquinas urbanas.

Já está claro que não falo de uma data meramente comemorativa ou associada a um oportunismo comercial, mas de um calendário para um março pautado por eventos políticos. É o que se pode esperar em meio das tormentas trazidas por 2015, que continuarão a fustigar os próximos tempos da política brasileira.

Aliás, a data que no mundo inteiro simboliza esse mês já foi marcada, na primeira metade do século XX, por grandes lutas contra a exploração das trabalhadoras e por movimentos pelo direito do voto feminino. Nas décadas recentes, as feministas têm sido as protagonistas de grande ativismo que reivindica os direitos da mulher sobre seu corpo, a liberdade de escolha de ter ou não ter filhos, a descriminalização do aborto e até o de andar nas ruas sem sofrer abuso sexual. O poder público e o político seguem fingindo não compreender tais exigências.

Assim, neste março de 2016, as mulheres poderão reafirmar um direito adquirido, mas não exercido: a da igualdade com os homens na divisão dos espaços do governo das cidades. O que é certo é que milhares de mulheres vão brigar, dentro dos seus partidos, contra um coronelício fora do tempo, que insiste em atrasar o Brasil.

Nas eleições de 2008 foram 72.476 candidatas para vereança; em 2012, com a lei de cotas, passaram para 133.828. Um crescimento de 85%. Nesse ritmo e neste momento superpolitizado, o número de candidatas poderá mais do que dobrar. Ainda assim, enfrentarão, dentro dos partidos, um verdadeiro corredor polonês para conquistar o direito de competir nas urnas. É assim que tem sido em todas as Eleições.

Nas últimas municipais foram eleitas 663 prefeitas, um crescimento de 31%. Nada mau, mas muito pouco para mudar significativamente as políticas públicas e, em consequência, melhorar a qualidade de vida delas e das pessoas em geral. Sabe-se, por outro lado, que as taxas de participação das mulheres nas esferas políticas e os indicadores de qualidade de vida têm alta correlação.

O relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), divulgado no dia 14, traz indicadores comparativos da situação de gênero em 155 países. O índice de desigualdade de gênero no Brasil o coloca entre os 60 piores países para as mulheres viverem. E, para o nosso constrangimento, mostra que na nossa frente estão 96 países mais avançados.

Segundo o relatório, o índice brasileiro piorou em 2014 e está atrás do de vários países da América Latina, como México, Argentina, Cuba, Chile e Uruguai. Ou seja, o Brasil continua a ocupar a vanguarda do atraso na questão de direitos iguais para homens e mulheres. Sem eufemismos: é um escândalo em um país que se ufana de estar entre as dez maiores economias do mundo. A baixa participação feminina nos parlamentos (9%) é o principal fator que desenha esse quadro diminutivo do Brasil.

Neste ano novo, a gravidade da crise política e econômica, os estragos da corrupção, o anacrônico modelo eleitoral, a persistência de procedimentos machistas nos partidos políticos pedem uma profunda chacoalhada nos modos e costumes de fazer política no Brasil.

É bem provável e até necessário que as mulheres, com o espírito do 8 de Março, saiam novamente na vanguarda das pressões por reformas. Que elas tenham fôlego em 2016 para derrubar os entraves do progresso, como já fizeram no ano que passou. Que caminhem nas ruas, que lotem as praças, que tomem as cidades para viabilizar as mudanças que tardam tanto. Seria um Dia Internacional das Mulheres de encher os olhos daqueles que olham a história de frente.

 

 

Fátima Pacheco Jordão é socióloga, diretora da FPJ-Fato, Pesquisa e Jornalismo. Com Celi Regina Pinto e José Eustáquio D. Alves organizou “Mulheres nas eleições de 2010” (Associação Brasileira de Ciência Política e Secretaria de Políticas para as Mulheres)

Fonte: Agência Patrícia Galvão

Movimentos sociais se unem em apoio à presidenta Dilma e contra o golpe

Movimentos sociais se unem em apoio à presidenta Dilma e contra o golpe

Em apoio ao mandato da presidenta Dilma Rousseff, dois movimentos sociais têm encontros agendados no Palácio do Planalto, nesta semana. Na quinta-feira (13), Dilma deverá receber a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

UNE2A vice-presidenta da UNE, Tamires Sampaio, ressalta a importância da aproximação da entidade representativa dos estudantes do ensino superior com Dilma. Para ela, o encontro é simbólico por representar a oportunidade de reforçar as pautas da UNE para a educação e o apoio à continuidade do mandato presidencial.

“Levar as pautas diretamente para ela, permite fazer um lobby maior e reforçar a importância da pauta educação, principalmente para não haver cortes”, declara Tamires.

A representante da UNE reforça que a entidade não abre mão da democracia e defende a continuidade do mandato da presidenta até 2018. Tamires também repudia a tentativa de golpe contra Dilma e relembra que a UNE foi perseguida durante a ditadura militar e teve a sua sede queimada, “justamente” por defender a democracia.
“A nossa presidenta foi eleita pela maioria da população brasileira e isso é um ataque à democracia. Somos contra qualquer manifestação pró-impeachment e haverá resistência”, ressalta Tamires.

 

Com informações do portal Linha Direta