Em defesa da democracia, Dilma Rousseff se encontrará com mulheres em São Paulo no dia 8

Em defesa da democracia, Dilma Rousseff se encontrará com mulheres em São Paulo no dia 8

A Praça da Sé, no centro de São Paulo, será palco do Encontro de Dilma com Mulheres em Defesa da Democracia, que ocorre na próxima sexta-feira, 8 de julho, a partir das 16 horas.

As mulheres do Estado de São Paulo recebem a presidenta legitimamente eleita, que tem viajado o País para denunciar o ataque à democracia e a retirada de direitos sociais promovido pelo governo golpista de Michel Temer (PMDB).

Mulher contra o golpeNa ocasião, as participantes também irão denunciar o descaso de Temer com as políticas para mulheres, que perdeu sua importância e agora está subordinada ao ministério da Justiça, com o ministro machista Alexandre de Moraes (PSDB), que criminaliza os movimentos sociais, é permissivo com a violência institucional e é contra os direitos e emancipação das mulheres.

Para piorar, foi nomeada como secretária de Mulheres a ex-deputada federal Fátima Pelaes (PMDB/AP), investigada pela Polícia Federal na participação de uma articulação criminosa, com desvio de R$ 4 milhões de suas emendas parlamentares para uma ONG fantasma.

Como parte da atividade, haverá ato cultural com as participações das cantoras Luana Hansen, Sharylaine e do bloco afro Ilú Obá de Min.

Serviço

Mulheres com Dilma em Defesa da Democracia
Praça da Sé, SP
Na próxima sexta-feira, 8 de jullho
A partir das 16h

Clique aqui para confirmar presença

 

 

Fonte: Linha Direta

Lula: “Não existe espaço para ódio nesse País”

Lula: “Não existe espaço para ódio nesse País”

A Marcha dos 500 mil que tomou a avenida Paulista na tarde desta sexta-feira contou com a participação do ex-presidente e atual ministro-chefe da Casa Civil, Luis Inácio Lula da Silva.

Antes dele discursar, o ministro do Trabalho e Previdência, Miguel Rosseto, frisou que o país foi tomado por uma só fala nas ruas: “não vai ter golpe. De acordo com ele, não é o combate a corrupção que divide o povo e, sim, a perseguição a um projeto. O ministro ainda pontuou que Lula e Dilma foram os que mais combateram e continuam combatendo a corrupção. Ao final de sua fala, ele pactuou que o governo vai trabalhar por mais democracia e direitos sociais.

Lula - manifestação democracia 18-03Ao comentar as recentes manifestações da direita, o coordenador da Central de Movimentos Populares, Raimundo Bonfim, disse que a Fiep se tornou o quartel general dos golpistas e a presidenta da UNE, Carina Vitral, falou que a juventude não caminha com golpistas e luta por um caminho de mais direitos. O líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, destacou que o país passa por um momento de `justiça de exceção`, na qual há linchamentos e não julgamentos. Segundo ele, ódio e intolerância não vão intimidar a esquerda.

Representando o PCdoB, o deputado Orlando Silva frisou que o capitão do golpe é o atual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. O presidente nacional do PT, Rui Falcão, avaliou que a Marcha dos 500 mil foi a verdadeira posse de Lula como ministro da esperança. O presidente da CUT, Vagner Freitas, destacou que, ao passar por todos os limites da lei, o juiz Sérgio Moro grampeou a democracia.

Depois de dezenas de lideranças de partidos de esquerda, representantes de movimentos sociais, sindicalistas, parlamentares, prefeitos, entre outros, se revezarem no microfone para clamar por mobilização e denunciar a sanha golpista, Lula iniciou seu emocionado discurso pregando paz, união e respeito.

“Achei que com 70 anos de idade nada mais pudesse me emocionar. Mas o que vocês estão fazendo aqui hoje na Avenida Paulista, eu espero que seja uma lição para aqueles que não acreditam na capacidade do povo brasileiro, que seja uma lição para aqueles que nos tratam como se fossemos cidadãos e cidadãs de segunda classe”, afirmou.

Lula condenou a escalada golpista, mostrou o significado da democracia e lembrou da luta pelo Estado Democrático de Direito. “Não se pode antecipar eleições dando golpe na Dilma. Democracia é acatar o voto da maioria dos brasileiros. Nós lutamos para derrubar regime militar e não vamos aceitar golpe nesse País. Eu quero dizer pra vocês, olhando nos olhos de vocês, que não vai ter golpe”, enfatizou.

Ao som de palavras de ordem que protestavam contra o golpe, Lula falou que não o Brasil não tem espaço para intolerância e ódio e destacou que o país é maior do que qualquer crise. “Não existe espaço para ódio nesse País (…) Dizem que a gente que quer a violências, mas tem gente que prega a violência contra nós 24 horas por dia. Tem gente nesse País que falava em democracia da boca pra fora. Não veja ninguém de vermelho como se fosse inimigo. Eu acho que nós precisamos restabelecer a paz, a esperança e provar que esse País é maior do que qualquer crise. Precisamos recuperar o humor desse País, a alegria de ser brasileiro, a auto estima de ser brasileiro”, frisou.


“Eu não quero que o eleitor do Aécio vote em mim. Eu quero que todos compreendam que democracia é conviver com a diversidade. A maioria do povo brasileiro quer que deixem a presidenta Dilma governar, pois foi para isso que ela foi eleita”, ressaltou.

O ex-presidente explicou que o povo brasileiro aprendeu que democracia não é um direito morto e representa um modo civilizado de viver com as diferenças.

Ele ainda falou sobre ter aceitado entrar no governo da presidenta Dilma, Lula falou que quer trabalhar e orgulhosamente servir ao povo brasileiro. “Eu vim para ajudar Dilma a fazer aquilo que tem que ser feito nesse País para o Brasil voltar a crescer, voltar a ter uma sociedade harmônica, voltar a entende que democracia é a convivência com a diversidade”, destacou.

Ao final da atividade, o presidente estadual do PT-SP, Emidio de Souza, avaliou que o ato superou qualquer expectativa. “A manifestação foi muito acima das expectativas, mostrando que milhões de brasileiros não irão se render ao golpismo”, concluiu.

 

 

 

Fonte: Linha Direta

Amélia fala sobre o Ato pela democracia, em defesa dos direitos sociais e contra o golpe

Na sessão do dia 15 de março, a vereadora Amélia apresentou um vídeo sobre as conquistas dos Governos PT na presidência e chamando todos para o Ato em defesa da Democracia, dos direitos sociais e contra o golpe com a presença de Lula, nesta sexta-feira (18) com a concentração, às 16h, no Vão Livre do Masp, na avenida Paulista.

Assista:

Lula estará dia 18 com o PT e a Frente Brasil Popular na Paulista

Lula estará dia 18 com o PT e a Frente Brasil Popular na Paulista

Em reunião realizada na noite de domingo, na na sede do Diretório Estadual do PT-SP, os presidentes nacional e estadual do PT, respectivamente, Rui Falcão e Emidio de Souza, confirmaram a presença do ex-presidente no ato contra o golpe e em defesa da democracia, que acontecerá nesta sexta-feira, dia 18, em São Paulo.

Ao falar sobre o ato, Rui ressaltou a importância da militância defender Lula e destacou que essa é uma cartada decisiva para defender o presidente que é uma síntese do projeto que mudou o país e transformou a vida de milhões de brasileiros. De acordo com ele, 1210 cidades realizaram atividades em defesa do Estado Democrático de Direito.

Ato Lula 18-03Em sua explanação, Emidio frisou que o ato marcará o início da caminhada que Lula fará pelo país, referindo-se ao anúncio que o ex-presidente fez no dia 4. Ele ainda destacou que o partido está mobilizado e vai continuar o tempo todo para garantir que não ocorra nenhum golpe. “O que está em jogo é um projeto”, pontuou.

Rui avalia que hoje no Brasil existe condições para um golpe coberto pela manta da legalidade e que isso coloca a democracia em risco. Ele ainda criticou o judiciário dizendo que há uma seletividade nas investigações e a grande imprensa, pontuando que o grande partido de oposição hoje é a mídia monopolizada.

Ao comentar que o ato de sexta-feira será vitaminado pela perseguição que o presidente Lula vem sofrendo, Emidio frisou que a agenda do campo democrático popular não é a do ódio e da intolerância e, sim, da democracia e da participação.

Em São Paulo, o Ato em defesa da democracia, dos direitos sociais e contra o golpe com a presença de Lula e terá concentração, às 16h, no Vão Livre do Masp, na avenida Paulista.

O líder do MST, Gilmar Mauro, pontuou que agora não é hora de ir para casa e pediu mobilização intensa.

O Brasil Contra o Golpe

Quando: Sexta-feira, dia 18 de março
Horário: A partir das 16 horas
Onde? No Vão Livre do Masp

 

 

Fonte: Portal Linha Direta