Amélia propõe criação da Política Municipal de Atenção Integral à Saúde do Homem

Amélia propõe criação da Política Municipal de Atenção Integral à Saúde do Homem

O projeto de lei 434/2018, apresentado pela vereadora Amélia Naomi (PT), autoriza a prefeitura a instituir a Política Municipal de Atenção Integral à Saúde do Homem, para a redução da mortalidade da população masculina por meio da prevenção dos fatores de risco e do acesso às ações e aos serviços de assistência integral à saúde.

 

Entre os objetivos estão o incentivo a campanhas educativas; a capacitação das equipes de saúde e ainda a análise de indicadores a fim de monitorar as ações e avaliar seu impacto, além da participação do Conselho Municipal de Saúde na discussão da política a ser implantada.

 

Apesar de 49% da população ser composta por homens e 51% por mulheres, os óbitos não refletem essa proporção. Em uma década, “de 2006 a 2016, foram 40.278 óbitos sendo 22.698 de homens e 17.580 de mulheres, ou seja, os homens representaram 56% dos óbitos no período contra 44% das ocorrências do sexo feminino”, argumenta Amélia.

 

Segundo a justificativa da vereadora, “os dados evidenciam que, além das causas externas que acometem mais homens que mulheres, como homicídios e mortes por acidentes no trânsito, a série de políticas públicas voltadas à atenção da saúde da mulher produziram efeitos”.

 

De acordo com a proposta, a política deverá seguir os princípios da universalidade; humanização; corresponsabilidade quanto à saúde e à qualidade de vida; e orientação à população masculina, aos familiares e à comunidade sobre a prevenção e o tratamento das doenças preponderantes no homem.

Um terço dos inscritos não se apresenta no Mais Médicos

Um terço dos inscritos não se apresenta no Mais Médicos

Dos 8.411 inscritos no edital do programa Mais Médicos, aberto em função do rompimento da parceria com Cuba por conta de ameaças de Jair Bolsonaro, 2.520 profissionais não compareceram nem iniciaram as atividades nas cidades até as 17 horas de sexta. O número corresponde a cerca de 30% das vagas, o que deixará milhares de pessoas desassistidas em todo o país.

Outras 106 vagas do edital nem chegaram a ter interessados — a maioria em distritos sanitários indígenas, justamente onde os cubanos atuavam de maneira mais presente. Os dados são do ministério da Saúde, que acabou prorrogando o prazo de comparecimento para essa terça (18) e prorrogou o prazo para inscrições de médicos formados no exterior sem revalida para o domingo (16).

Além do desfalque no programa, ocasionado pela política hostil e ideológica de Bolsonaro, que ameaça todos que não estão alinhados com sua visão de mundo, a saída dos Cubanos também ocasionou uma saída de médicos da Saúde da Família.

Cerca de 2.800 profissionais, quase 40% dos inscritos, abandonaram postos de trabalho no SUS para se tornarem bolsistas do Mais Médicos, segundo informação do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O conselho realizou o levantamento utilizando dados do Ministério da Saúde, com base em uma relação que listava 7.271 profissionais alocados (de um total de 8,3 mil inscritos confirmados) pelo novo edital, cruzando dados com a lista dos profissionais já em atuação no país disponível no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

“Em vez de somar profissionais, esse novo edital está trocando o problema de lugar. Se o médico sai de um serviço do SUS para atender em outro, o município de origem fica desassistido, principalmente no Norte e Nordeste”, afirmou o presidente do Conasems, Mauro Junqueira, em entrevista ao G1.

O motivo para a migração está no salário pago pelo Mais Médicos, de R$ 11.800, mais benefícios como ajuda de custo, que varia de R$ 1.000 a R$ 3.000 por profissional.

 

Brasileiros abandonam programa em até 1 ano e meio

Além das vagas que ficaram em aberto, também gera preocupação os altos índices de desistência entre brasileiros no programa. Entre 2013 e 2017, mais da metade (54%) dos profissionais do país deixaram seu posto de trabalho em até 1 ano e meio.

A  alta rotatividade é mais expressiva em São Paulo e Mato Grosso, onde 70% dos participantes deixou o programa em até um ano e meio, sendo que em SP, 40% não ficaram nem 12 meses. A maioria dos desistentes (58%) atuava em periferias de capitais e regiões metropolitanas e áreas consideradas de extrema pobreza.

Parece existir uma resistência dos profissionais formados no país com o programa. Em 2013, ano do lançamento, apenas 6% das vagas foram ocupadas por médicos brasileiros.

Matéria publicada pelo Intercept Brasil mostrou ainda que a maior preocupação entre os brasileiros que ingressam no programa, é quando poderão abandoná-lo. Muitos trocam o trabalho por vagas em cidades maiores, ou abandonam o programa para iniciar uma residência.

 

Por PT

Último dia das mulheres no Antoninho pelo SUS

Último dia das mulheres no Antoninho pelo SUS

É com tristeza que estamos, eu e o vereador Wagner, acompanhando este último dia de atendimento de maternidade e pediatria pelo SUS aqui no Hospital Antoninho da Rocha Marmo. Quando este convênio foi anunciado, apenas 1 ano atrás, o prefeito disse que seria o “verdadeiro Hospital da Mulher”. Mas realizou pouco mais da metade do contratado e agora acabou de vez! Queremos Hospital da Mulher Integral!

 

Assista ao vídeo: 

ÚLTIMO DIA DAS MULHERES NO ANTONINHO PELO SUSÉ com tristeza que estamos, eu e o vereador Wagner, acompanhando este último dia de atendimento de maternidade e pediatria pelo SUS aqui no Hospital Antoninho da Rocha Marmo. Quando este convênio foi anunciado, apenas 1 ano atrás, o prefeito disse que seria o "verdadeiro Hospital da Mulher". Mas realizou pouco mais da metade do contratado e agora acabou de vez! Queremos Hospital da Mulher Integral!

Publicado por Amélia Naomi em Quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Mobilização faz prefeito recuar e assinar novo contrato com provisão. Luta pelo Hospital da Mulher continua!

Mobilização faz prefeito recuar e assinar novo contrato com provisão. Luta pelo Hospital da Mulher continua!

Nossa mobilização fez o Prefeito Felício correr e assinar às pressas um novo contrato com o PróVisão, menor que o anterior e sem atendimentos de emergência, tão importantes para todos.

A decisão veio após vários dias sem atendimento. Motivo: contrato acabou no dia 30.de novembro, mas Prefeito não renovou a tempo e fez com que a população ficasse sem atendimento.

Abaixo-assinado – Foram mais 1 mil assinaturas em apenas 3 Dias, mulheres, homens que estão cansadas do descaso e do improviso com que o governo do PSDB toca a Saúde.

Agora continuaremos na luta pelo Hospital da Mulher com atendimento integral à mulher. Dia 12 é o último dia de atendimento na Maternidade e Pediatria do Hospital Antoninho Rocha Marmo. E depois, pra onde irão as pacientes em tratamento?

Onde nascerão nossos bebês?

Enquanto as filas crescem, a Prefeitura deixou de investir mais de R$ 30 milhões do previsto nos contratos com o Hospital Antoninho Rocha Marmo, Pio 12 e Provisão.

FALTA TRANSPARÊNCIA, SOBRAM FILAS.

 

Confira o vídeo:

Pressao popular fez prefeito assinar as pressas novo convênio com o Provisão, que não atenderá mais emergências. Abaixo-assinado pelo Hospital da Mulher contra o fim dos atendimentos pelo SUS na Maternidade e Pediatria do Hospital Antoninho Rocha Marmo continua. Enquanto Prefeito Felício economiza R$ 30 milhões da verba da saúde destinada para o Hospital Antoninho Rocha Marmo, Pio 12 e Provisão, filas aumentam. #QueremosHospitaldaMulher

Publicado por Amélia Naomi em Quinta-feira, 6 de dezembro de 2018