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Amélia, ela luta e a cidade conquista!
6/Fev/2010 - 9:30

Perfil

Amélia Naomi Omura, casada, um filho, assistente social.


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Amélia Naomi Omura

 

            Amélia Naomi Iniciou sua carreira política à frente dos movimentos estudantis e trabalhistas. Atua em defesa das questões ambientais, de saúde, dos direitos dos portadores de necessidades especiais, na garantia da implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA e, em especial, pelos direitos da mulher, lutando pela abertura de mais creches e de mais casas de abrigo para mulheres vítimas de violência. Um de seus principais trabalhos é o projeto contra a discriminação e o assédio sexual às mulheres. Também defende a implantação de uma política preventiva da saúde da mulher. Elaborou um projeto de lei criando o "cartão da mulher", para o acompanhamento do atendimento médico da mulher.

            É autora de vários projetos de lei, entre eles, o projeto que dispõe sobre a adaptação do transporte coletivo para portadores de necessidades especiais. Apresentou ainda projetos que instituem o Programa de Prevenção da Violência nas escolas e que prevêem isenção de impostos municipais a trabalhadores desempregados.

 

Biografia AMÉLIA NAOMI
 

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AMÉLIA COM A MÃE

12 de junho de 1960 - nasce Amélia Naomi Omura, primeira dos cinco filhos da costureira Angela Kavasaki e do comerciante Kichiro Omura, em Aparecida D´Oeste, interior de São Paulo.

 

1973 – aos 13 anos, Amélia Naomi consegue seu primeiro emprego, como auxiliar de costura em uma confecção, que prestava serviços à empresa Staroup, em Mogi das Cruzes.

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Amélia como balconista

1979 – muda-se com a família, pai, mãe e quatro irmãos, para São José dos Campos, onde começa  a trabalhar nas lojas Pernambucanas, como balconista.

Nesse mesmo ano, começa a trabalhar no Banco Sul Brasileiro.

            Neste ano ainda, Amélia Naomi organiza um evento, na casa de Moacir Pinto, em São José dos Campos, com a presença do então candidato a governador do Estado de São Paulo, Luís Inácio Lula da Silva.

 

27 de junho de 1983 – filia-se ao Partido dos Trabalhadores - PT.

 

4 de julho de 1983 – filia-se ao Sindicato dos Metalúrgicos.

 

agosto de 1983 – participa do congresso de fundação da Central Única dos Trabalhadores - CUT.

 

fevereiro de 1983 – a Chapa 2 do Sindicato dos Metalúrgicos, na qual Amélia foi candidata a diretora, vence a eleição.

 

1º de abril de 1984 – Amélia é empossada como diretora do Sindicato dos Metalúrgicos. Nesse mesmo dia, organiza, junto com Ari Russo, ex-presidente do Sindicato, a assembléia de deflagração de greve na Ericsson.

 

5 de abril de 1984 – inicia-se a greve na National do Brasil, por 84,32% de reajuste salarial. A fábrica foi ocupada pelos funcionários.

 

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Amélia e Colegas de Empresa

agosto de 1984 –  Ã© demitida, com mais 119 trabalhadores, da empresa National do Brasil.

            Participa do congresso de fundação da CUT - Regional Vale do Paraíba, no Sindicato dos Petroleiros de São José dos Campos.

            Participa das atividades do comitê de defesa das Diretas-Já.

 

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Amélia, Carlinhos e Lula

1985 – Apóia várias mobilizações na categoria metalúrgica da região.

 

abril de 1987 - reeleita diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos.

 

agosto de 1988 – participa do Congresso Nacional da CUT, em Belo Horizonte.

 

15 de novembro de 1988 – eleita vereadora pelo PT, com 1.606 votos.

 

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Amélia formando

dezembro de 1988 – conclui o curso de Serviço Social, na Fundação Valeparaibana de Ensino.

 

1º de janeiro de 1989 – toma posse na Câmara Municipal.

            Participa, com destaque, da elaboração da Lei Orgânica do Município de São José dos Campos.

 

abril de 1990 - reeleita diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de São José Campos.

 

15 de novembro de 1992 – eleita vereadora, pela segunda vez, com 3.600 votos. O PT também elege Angela Guadagnin para prefeita de São José.

 

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Amélia na conferencia da China.

1995 – participa da Conferência Mundial das Mulheres, em Pequim, na China.

 

1996 – eleita vereadora, pela terceira vez, com 1.600 votos.

 

1º de janeiro de 1997 – toma posse na Câmara Municipal. Assume o cargo de relatora da Comissão de Direitos Humanos do legislativo municipal, com mandato de dois anos.

 

1998 – eleita presidenta do Partido dos Trabalhadores, em São José dos Campos. Durante sua gestão o partido elegeu, pela primeira vez, uma deputada federal - Ângela Guadagnin - e um deputado estadual - Carlinhos Almeida.

 

2000 – eleita vereadora, pela quarta vez, com 3.600 votos.

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Presidente e Diretor da APM e membros da AVESP
 

2003 – eleita vice-presidenta da União dos Vereadores do Brasil - UVB. Membro da coordenação da Associação das Vereadoras do Estado de São Paulo - AVESPA.

 

2004 – eleita vereadora pela quinta vez, com 3.349 votos.

2006 - Participa da campanha mundial pelos 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência contra a Mulher, várias mulheres de São José dos Campos, inclusive  vereadora, integraram a campanha. Suas fotos correram o mundo.

2007 - Na campanha pela Casa Abrigo, realizada em parceria com o Movimento de Mulheres,  um abaixo-assinado com adesão de mais de 15 mil pessoas. Esta luta de mais de 10 anos continua, porque o governo do PSDB ignora a violência doméstica.

2008 - Amélia é reeleita vereadora com votação expressiva.

Durante todo atual mandato, a vereadora Amélia sempre se manteve na luta contra a violência doméstica, em defesa dos direitos e do respeito aos trabalhadores e em defesa da cidade.

Um dos trabalhos marcantes ocorreu durante as discussões da nova Lei de Zoneamento, onde o trabalho atento da bancada de vereadores do PT foi fundamental para impedir que muitos moradores fossem prejudicados com o Direito de Preempção, onde o imóvel poderia ficar até 50 anos na preferência de compra por parte da prefeitura, o que poderia desvalorizar e prejudicar a venda do mesmo. Outro ponto foi o aumento de recuo de até 20 metros para dentro do terreno do morador. Esses ataques aos moradores só cessaram porque os vereadores do PT identificaram e denunciaram esses problemas.

 

Também marcaram seus trabalhos a luta pela qualidade de vida da população, em razão do governo Cury tentar ressuscitar a extração de areia, prática que ameaça o Rio Paraíba. A extração é proibida no município graças à intensa luta de toda sociedade no início dos anos 90, mas como os empresários estão de olho em lucros que superam os R$ 4 bilhões, essa ameaça volta a espreitar a vida do rio.

Ainda na questão do meio ambiente, a vereadora Amélia está na luta contra a instalação de uma usina termelétrica e incinerador de lixo, que podem piorar a qualidade do ar de nossa cidade e de nossa região.


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