Em nota, Instituto Lula denuncia parcialidade do promotor e condena o uso do cargo para perseguição política

Em nota, Instituto Lula denuncia parcialidade do promotor e condena o uso do cargo para perseguição política

O Instituto Lula divulgou nota, na noite desta quinta-feira, denunciando a parcialidade do promotor Cássio Conserino e condenando o uso do cargo para perseguição política.
Lula instituto
No documento, a entidade frisa que, ao pedir a prisão preventiva de Lula, Conserino deu mais uma prova de sua parcialidade.

Confira a nota:

O promotor paulista que antecipou sua decisão de denunciar Luiz Inácio Lula da Silva antes mesmo de ouvir o ex-presidente dá mais uma prova de sua parcialidade ao pedir a prisão preventiva de Lula. Cássio Conserino, que não é o promotor natural deste caso, possui documentos que provam que o ex-presidente Lula não é proprietário nem de triplex no Guarujá nem de sítio em Atibaia, e tampouco cometeu qualquer ilegalidade. Mesmo assim, solicita medida cautelar contra o ex-presidente em mais uma triste tentativa de usar seu cargo para fins políticos.

Assessoria de imprensa do Instituto Lula

 

 

Fonte: Linha Direta

Paulo Henrique Amorim realiza palestra sobre o livro “O Quarto Poder”

Paulo Henrique Amorim realiza palestra sobre o livro “O Quarto Poder”

Jornalista de vasta experiência, com passagens pelos principais veículos do país, Paulo Henrique Amorim, também conhecido como PHA, mantém o blog Conversa Afiada e trabalha como apresentador de TV. Ele cunhou a expressão PIG – Partido da Imprensa Golpista. Em “O Quarto Poder”, com base no seu próprio testemunho e em anotações feitas durante 50 anos de carreira, Amorim reconta a história dos meios de comunicação no Brasil. Ele revela bastidores do poder e os interesses dos impérios midiáticos do país, desde o período Vargas até a ascensão da Rede Globo na ditadura militar.

4º PODER - Paulo Henrique Amorim

O lançamento do livro “O Quarto Poder – Uma outra história”, do jornalista Paulo Henrique Amorim em São José dos Campos será acompanhado de debate aberto ao público.

 

Lançamento do livro “O Quarto Poder – Uma outra história”, do jornalista Paulo Henrique Amorim

Data: 10 de março, quinta-feira

Horário: 19horas

Local: Auditório da Faculdade de Direito da Univap – Praça Cândido Dias Castejon, 116

Violência doméstica mata cinco mulheres por hora em todo o mundo

Violência doméstica mata cinco mulheres por hora em todo o mundo

A violência doméstica é responsável pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organização não governamental (ONG) Action Aid. A informação é resultado de análise do estudo global de crimes das Nações Unidas e indica um número estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente.

A ActionAid prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e à comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a ações que preservem os direitos das mulheres. O estudo considera dados levantados em 70 países e revela que, apesar de diversas campanhas pelo mundo, a violência ou a ameaça dela ainda é uma realidade diária para milhões de mulheres.

actionAid“A intenção do relatório é fazer um levantamento sobre as diversas formas de violência que a mulher sofre no mundo. Na África, por exemplo, temos países que até hoje têm práticas de mutilação genital. Aqui, na América Latina, o Brasil é o quinto país em violência contra as mulheres. Segundo dados do Instituto Avon, três em cada cinco mulheres já sofreram violência nos relacionamentos em nosso país”, informa a assistente do programa de direitos das mulheres da Action Aid Brasil, Jéssica Barbosa.

O relatório considera as diferenças regionais entre os países e, além disso, observa o universo de denúncias subnotificadas, de mulheres que sofrem assédio, estupro ou outros tipos de violência e têm vergonha de denunciar.

“A forma de contar é sempre muito difícil, existe uma cultura de silenciar a violência contra a mulher. É a cultura da naturalização, onde há um investimento social para naturalizar a violência contra a mulher com o que se ouve na música, nas novelas, na rua. Tudo isso é muito banalizado e a mulher se questiona: `será que o que aconteceu comigo foi uma violência? Será que se eu denunciar vão acreditar em mim?”, diz Jéssica Barbosa.

No Brasil, a organização promove a campanha Cidade Segura para as Mulheres, que busca o compromisso do Poder Público com uma cidade justa e igualitária para todos os gêneros.

“Muitas mulheres não conseguem exercer seu direito de ir e vir. A cidade não foi pensada para as mulheres, os becos são muito estreitos e escuros no Brasil. É necessário que haja o empoderamento das mulheres para superar a situação de violência. Por mais que o Estado tenha a obrigação de garantir instrumentos, é preciso que a gente invista na autonomia dessas mulheres”, acrescenta Jéssica.

Junte-se ao UNAIDS e à família da ONU na celebração do Dia Mundial de Zero Discriminação

Junte-se ao UNAIDS e à família da ONU na celebração do Dia Mundial de Zero Discriminação

Milhões de pessoas ao redor de todo o planeta vão comemorar com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e toda a família das Nações Unidas o Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado todos os anos no dia 1º de março.

Todas as pessoas poderão fazer sua parte nesta celebração através das redes sociais, de ações em suas comunidades e da sensibilização das pessoas mais próximas.

A iniciativa Zero Discriminação celebra o direito universal a uma vida produtiva, plena e com dignidade e tem como meta combater todo tipo de estigma e discriminação que impeçam o exercício desse direito. A Zero Discriminação busca demonstrar que todos podem se informar sobre os impactos negativos destas práticas na vida em sociedade e, assim, promover a tolerância, a compaixão e a paz.

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No dia 1º de março o UNAIDS busca mobilizar jovens e comunidades na promoção da inclusão e do respeito – não importando origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV,  raça ou etnia. A borboleta da campanha – símbolo da transformação – representa o compromisso em assumir um comportamento aberto à diversidade e à tolerância.

Zero discriminaçãoNo Brasil, a Zero Discriminação conta com o apoio de Mateus Solano e Wanessa Camargo, Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS e porta-vozes oficiais da iniciativa. Junto a eles, nos esforços globais do UNAIDS para esta mobilização, outras estrelas também farão sua parte na promoção destas mensagens, trazendo à tona o debate sobre a discriminação e a promoção dos direitos humanos.

Nas redes sociais, o engajamento será feito principalmente através do Instagram, Facebook e Twitter do UNAIDS no Brasil e também do UNAIDS Global. No Instagram, serão postadas peças originais criadas por artistas, designers e ilustradores com suas próprias interpretações do que #ZeroDiscriminação significa. No Facebook, qualquer pessoa pode compartilhar a sua própria interpretação da #ZeroDiscriminação, mostrando apoio, compartilhando fotos e desenhos da borboleta ou postando imagens e fotos com a hashtag #ZeroDiscriminação. Já no Twitter, tuítes e imagens estão disponíveis para download por meio de links para o site unaids.org e poderão ser compartilhados à vontade pelas redes.

Pré-sal: PT seguirá combatendo projeto tucano

Pré-sal: PT seguirá combatendo projeto tucano

Em nota oficial, o presidente do partido, Rui Falcão, divulga a posição do partido de seguir na defesa da Petrobras, contra o projeto de José Serra.

O país assistiu, ontem, a primeira de uma série de novas batalhas em defesa da propriedade pública e nacional do petróleo.
Aprovado pelo Senado, o projeto do tucano José Serra retira a obrigatoriedade legal de participação da Petrobras nos campos do pré-sal. Mesmo atenuado em sua versão substitutiva, fragiliza o regime de partilha e a política de conteúdo nacional.

A bancada de senadores petistas, em conjunto com seus principais aliados, entre os quais destaco o senador Roberto Requião (PMDB-PR), se comportou com firmeza e bravura, solidária à orientação partidária, votando contra o PL 131.

Apesar da derrota parlamentar sofrida, o Partido dos Trabalhadores continuará empenhado em resistir ao retrocesso representado por esta mudança da lei.
Nossos deputados federais combaterão a medida, na Câmara, com a mesma tenacidade dos nossos senadores.

O PT marchará ao lado das demais forças progressistas, dos movimentos populares e sindicais contra este ataque à soberania nacional e ao nosso desenvolvimento independente.

Rui Falcão
Presidente nacional do PT

 

 

Fonte: Linha Direta