Casa do Trabalhador1Muito antes de ser vereadora, Amélia iniciou a carreira política no movimento estudantil e no movimento sindical, sendo uma das primeiras mulheres a ocupar a diretoria de um sindicato, lutando por melhores condições de trabalho e contra a ditadura militar.

Anistiada política, vivenciou a brutalidade como eram tratadas as trabalhadoras e trabalhadores que ousaram enfrentar a ditadura militar. Para levantar os casos de abuso aos direitos humanos cometidos no período (1964-1985), também por iniciativa da vereadora foi instalada a Comissão da Verdade, que recebe o nome do ex-reitor do ITA, Professor Michal Gartenkraut, que foi exonerado por sua coragem em diplomar alunos expulsos pelo regime militar.

Além disso, Amélia trabalhou por mudanças no Programa de Incentivo à Qualificação, que hoje concede meia bolsa qualificação durante 90 dias ao bolsista que, durante sua permanência no programa, ingressar no mercado de trabalho, além de concessão do IFE (Incentivo à Formação Educacional), no valor anual de R$ 811, semelhante ao 13º salário.

Apoiou o aumento do piso salarial dos agentes de saúde e de combate a endemias e lutou junto com funcionários da GM contra demissões, realizando audiências de conciliação entre os trabalhadores e a empresa.

Outra frente de tarefa de Amélia é por melhores condições de trabalho às teleoperadoras. Por iniciativa dela, foram constatadas irregularidades na Tivit, que resultaram na abertura de um processo e na determinação da Justiça pelo fim do assédio moral na empresa.