300 dias de resistência e 39 anos de PT

No dia 31 de janeiro, durante Sessão de Câmara, atuei em favor da Justiça e em solidariedade ao ex presidente Lula. Em um processo que entrou para a história pela falta de provas e interesse político de Sérgio Moro, que ao tirar Lula do processo eleitoral, foi recompensado com um cargo de super Ministro do governo Bolsonaro.

 

Lamento o injusto cárcere, e apoio as pessoas que estão acampadas em frente à prisão, para que os Direitos Humanos sejam respeitados.

 

No ano que o PT completa 39 anos de existência, é evidente a perseguição realizada por ideologias, penalizando Lula, o transformando em preso político. Inclusive, sendo impedido de ir ao velório do seu irmão Vavá, em mais um ato desumano e cruel da (In) Justiça brasileira. Seremos resistência, ninguém solta a mão de ninguém. LULA LIVRE!

Amélia propõe criação da Política Municipal de Atenção Integral à Saúde do Homem

Amélia propõe criação da Política Municipal de Atenção Integral à Saúde do Homem

O projeto de lei 434/2018, apresentado pela vereadora Amélia Naomi (PT), autoriza a prefeitura a instituir a Política Municipal de Atenção Integral à Saúde do Homem, para a redução da mortalidade da população masculina por meio da prevenção dos fatores de risco e do acesso às ações e aos serviços de assistência integral à saúde.

 

Entre os objetivos estão o incentivo a campanhas educativas; a capacitação das equipes de saúde e ainda a análise de indicadores a fim de monitorar as ações e avaliar seu impacto, além da participação do Conselho Municipal de Saúde na discussão da política a ser implantada.

 

Apesar de 49% da população ser composta por homens e 51% por mulheres, os óbitos não refletem essa proporção. Em uma década, “de 2006 a 2016, foram 40.278 óbitos sendo 22.698 de homens e 17.580 de mulheres, ou seja, os homens representaram 56% dos óbitos no período contra 44% das ocorrências do sexo feminino”, argumenta Amélia.

 

Segundo a justificativa da vereadora, “os dados evidenciam que, além das causas externas que acometem mais homens que mulheres, como homicídios e mortes por acidentes no trânsito, a série de políticas públicas voltadas à atenção da saúde da mulher produziram efeitos”.

 

De acordo com a proposta, a política deverá seguir os princípios da universalidade; humanização; corresponsabilidade quanto à saúde e à qualidade de vida; e orientação à população masculina, aos familiares e à comunidade sobre a prevenção e o tratamento das doenças preponderantes no homem.

3 a cada 10 mulheres que morrem por violência têm histórico de agressão

3 a cada 10 mulheres que morrem por violência têm histórico de agressão

Três entre cada dez mulheres que morreram no Brasil por causas ligadas à violência já eram agredidas frequentemente, revela estudo inédito do Ministério da Saúde. O levantamento foi feito com base no cruzamento entre registros de óbitos e atendimentos na rede pública de 2011 a 2016.

 

“Vimos que essas mulheres já tinham recorrido aos serviços de saúde, apresentando ferimentos de agressões”, Maria de Fátima Marinho Souza, que coordenou o trabalho.

 

Para ela, o resultado deixa claro o caráter crônico e perverso dessa vivência e a necessidade de se reforçar a rede de assistência. “Se medidas de proteção tivessem sido adotadas, talvez boa parte desses óbitos pudesse ter sido evitada.”

 

A consequência da violência frequente fica evidente na pesquisa. O trabalho comparou o risco de morte por causas violentas entre mulheres que haviam procurado em algum momento serviços de saúde por causa de agressões e entre aquelas que não tinham histórico. As diferenças foram relevantes. No caso de adolescentes, por exemplo, o risco de morrer por suicídio ou homicídio foi 90 vezes maior entre as adolescentes com notificação de violência.

 

Os dados representam histórias como a de Jerusa, de 37 anos, identificada pelo ministério. Em junho de 2015, ela procurou o hospital público com lesões após ser espancada por seu companheiro, João. O registro feito na época já indicava que as violências ocorriam repetidamente. Mas após o atendimento e a notificação, nada mudou.

 

Jerusa continuou vivendo com o companheiro, que permaneceu impune. Oito meses depois, foi morta pelo marido.

 

Os números gerais também impressionam. No período analisado, morreram no Brasil, por dia, três mulheres que já haviam dado entrada em hospitais, unidades de pronto atendimento (Upas) ou ambulatórios públicos em busca de tratamento para hematomas, fraturas e outros tipos de lesões associados à violência. “Os dados dão uma dimensão, mas certamente são ainda maiores. Aqui não contamos, por exemplo, os atendimentos em serviços particulares”, disse Maria de Fátima.

 

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