Reforma da Previdência também afeta os servidores

Confira aqui a apresentação da economista Renata Belzunces, técnica economista do DIEESE, que participou do nosso debate sobre os impactos da Reforma da Previdência na vida dos servidores. Nossa luta contra a reforma, que prejudica o trabalhador, continua. #NãoAReformaDaPrevidência

Para acessar os slides da palestra acesse aqui: https://goo.gl/5yLbFp

Para saber como fica sua aposentadoria se a reforma for aprovada acesse este link CALCULADORA DA APOSENTADORIA: https://www.dieese.org.br/calculadoraaposentado…/index.xhtml

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasil registra cerca de 10 estupros coletivos por dia

Brasil registra cerca de 10 estupros coletivos por dia

A violência contra as mulheres tem registrado o vergonhoso aumento nos crimes de estupro coletivo. É assustador e absurdo que ocorram cerca de 10 estupros coletivos a cada dia no país. O levamento do Ministério de Saúde revela que em 2011 foram registrados 1.570 casos e no ano passado 3.526 deste tipo de crime. A Lei Maria da Penha, que completou 11 anos, é uma importante conquista das mulheres, mas nossa luta continua contra os discursos de ódio, a intolerância, o machismo, a homofobia, a xenofobia têm agravado os casos de violência e feminicidio. Toda Mulher tem direito a uma vida sem violência!

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/08/1911346-pais-registra-10-estupros-coletivos-por-dia-notificacoes-dobram-em-5-anos.shtml

 

Debate sobre os impactos da Reforma da Previdência na vida dos ser

Debate sobre os impactos da Reforma da Previdência na vida dos ser

A bancada de vereadores do PT, com apoio da Apeoesp e Sindicato dos Servidores em Ciência e Tecnologia, realiza nesta segunda (28), uma debate sobre os impactos da Reforma da Previdência na vida dos servidores. Nosso encontro será na Câmara Municipal de São José dos Campos, às 18h30. Nosso debate terá a participação da economista e técnica do Dieese, Renata Belzunces.

A reforma retira direitos e cria dificuldades para se aposentar, principalmente aos servidores que ingressaram antes de 2003, que podem perder a aposentadoria integral. Esperamos você! Participe e cobre os deputados da nossa região para votar contra a reforma que penaliza os trabalhadores.

 

 

Amélia defende adoção de ‘botão do pânico’ para proteger mulheres vítimas de violência

Amélia defende adoção de ‘botão do pânico’ para proteger mulheres vítimas de violência

Uma moção proposta pela vereadora Amélia Naomi (PT) cumprimenta a delegada Vânia Zaccaro de Oliveira, titular da Delegacia de Defesa da Mulher, pela iniciativa de propor a implantação do “botão do pânico” em São José dos Campos. A moção foi aprovada por unanimidade. Segundo a vereadora informou no documento, o “botão do pânico” é um dispositivo eletrônico para uso da mulher que esteja sob medida protetiva. A mulher aciona o botão para ser imediatamente atendida pela polícia, nos casos em que for verificado o descumprimento e que a vida dela esteja em risco.

Amélia Naomi também lembrou que a Lei Maria da Penha completou 11 anos de criação no último dia 7. “A Lei Maria da Penha é uma conquista importante que precisa de investimentos em políticas públicas para as mulheres. Este aparelho seria uma ferramenta para ajudar a diminuir os números de agressões às mulheres”, disse.

As estatísticas colocam o Brasil como um dos campeões em violência contra a mulher, com 13 casos de feminicídio por dia, segundo dados do Mapa da Violência de 2015. “Estamos em 5º lugar nesse ranking cruel. Por isso, todas as ações de combate à violência são fundamentais para mudar essa realidade”, concluiu.

A delegada Vânia de Oliveira explicou que a medida é inspirada em um projeto já implementado na cidade de Limeira, onde a prefeitura investiu R$ 159 mil na aquisição de 50 botões disponibilizados para mulheres que ganharam na Justiça a medida protetiva para manter os agressores distantes.

A ideia para São José seria seguir os mesmos moldes. A mulher com medida protetiva receberia o aparelho (semelhante a um controle remoto de garagem), que acionaria a Guarda Municipal. “Quando o agressor sabe que a mulher tem esse dispositivo para acionar segurança, tende a evitar reincidir na agressão”, afirmou.

A delegada informou ainda que tem feito conversas com universidades para desenvolver projeto para tratamento psicológico do agressor. “Estamos tratando os efeitos e não a causa da agressão contra a mulher. Temos que experimentar novas opções, novas ideias”, comentou.

Atualmente há 2.100 inquéritos de violência contra a mulher em andamento na cidade. Há uma média de 5 mil boletins de ocorrência desse tipo registrados na cidade anualmente.

Fonte: https://goo.gl/J9V7yi

Lei Maria da Penha completa 11 anos

Lei Maria da Penha completa 11 anos

A Lei Maria da Penha completa hoje (7) 11 anos de existência e é uma conquista alcançada no governo Lula, após muita luta das mulheres no combate à violência.

O nome da lei homenageia a biofarmacêutica cearense Maria da Penha, que lutou por 20 anos para ver seu agressor preso. Maria da Penha sofreu duas tentativas de homicídio pelo marido e a primeira – um tiro nas costas enquanto dormia – a deixou paraplégica. Depois de acionar a Justiça, ONGs e, por fim, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH-OEA), Penha conseguiu que o professor universitário Marco Antonio Herredia Viveros, seu agressor, recebesse a pena de apenas dois anos de reclusão.

Basta de violência contra as mulheres

Pesquisam revelam que uma em cada três mulheres sofreram algum tipo de violência no último ano. Só de agressões físicas, o número é alarmante: 503 mulheres brasileiras vítimas a cada hora. Um dos campeões do mundo na violência contra a mulher, o Brasil tem 13 casos de feminicídio por dia, segundo dados do Mapa da Violência 2015. Estamos em 5º lugar neste ranking cruel.

Desde a criação da lei, vitórias importantes foram atribuídas à lei, como a contribuição para que 10% das mortes de mulheres em casa fossem evitadas. A aplicação efetiva da legislação, no entanto, encontra dificuldades nos âmbitos práticos.

Uma das barreiras é o despreparo das delegacias e de seus funcionários para receber adequadamente as mulheres vítimas de violências de gênero e suas demandas. “Infelizmente ainda falta capacitação para sensibilização dos agentes de segurança, bem como para escuta qualificada”, analisa Marina Ganzarolli, advogada e cofundadora da Rede Feminista de Juristas, atuante em São Paulo.

Toda mulher tem direito a uma vida sem violência ! Não se cale, denuncie: ligue 180.