Casos de violência se espalham pelo país, provando qual candidato representa o extremismo

Casos de violência se espalham pelo país, provando qual candidato representa o extremismo

A forte campanha de ódio promovida pelo candidato Jair Bolsonaro já provocou tristes e inaceitáveis resultados.  Na última segunda (8), o mestre capoeirista Moa do Katendê foi morto com 12 facadas nas costas, em Salvador (BA), depois de falar que havia votado em Fernando Haddad.

 

Esse fato lamentável e criminoso revela a intolerância extrema, mas outras graves situações vêm demonstrando o perigo do comportamento intransigente da ala radical bolsonarista, que não aceita ideias, opções ou orientações diferentes.

 

Veja só:

O livro infanto-juvenil Meninos sem pátria foi censurado no colégio Santo Agostinho, no Rio, por pressão de alguns pais. Eles não queriam que seus filhos lessem uma história inspirada na vida de um jornalista perseguido pela ditadura militar.

 

Homem com boné do MST foi agredido no Paraná. Segundo relatos, agressores eram parte de uma torcida organizada e proferiram gritos de apoio ao deputado Jair Bolsonaro:  “aqui é Bolsonaro”

 

Na Universidade de Brasília, livros que tratam dos direitos humanos foram rasgados na biblioteca. Dá pra acreditar? Até obras de referência sobre artistas do Renascimento estão sendo alvo de vandalismo.

 

Um grupo, no metrô da Sé, em São Paulo, ameaçou: “Ô bicharada, toma cuidado/ O Bolsonaro vai matar viado”.

 

Nem o cachorro, de nome Marley, que latiu para uma carreata em apoio a Bolsonaro, que passava pelas ruas de Muniz Ferreira (BA), escapou do ódio. Ele morreu depois de tomar três tiros disparados por um integrante da carreata que tinha se irritado com os latidos.

 

Um eleitor, usando o cano de uma pistola, digitou e confirmou o número de seu candidato (17) na urna eletrônica. Muito orgulhoso, postou o vídeo nas redes sociais.

 

Uma jornalista, em Recife (PE), foi agredida por dois homens ao sair do local de votação. Um deles vestia uma camiseta do Bolsonaro. “Tinham um ferro, tipo um canivete. Viram meu crachá e disseram que eu era ‘riquinha’ e ‘de esquerda’ e também ameaçaram um estupro”, relatou a jornalista.

 

Um levantamento da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) mostra que em 2018 se registraram mais de 120 agressões a jornalistas em contexto político-eleitoral. Foram 64 ocorrências de assédio em meios digitais e 59 vítimas de atentados físicos.

 

 

É para barrar essa intransigência incentivada por Bolsonaro – e tempos sombrios pela frente – que dia 28 de outubro somos Haddad 13!

5 pontos pra você comparar os dois candidatos à presidência

5 pontos pra você comparar os dois candidatos à presidência


nosso plano de governo é tão mais completo e democrático que é até difícil de comparar com o do nosso adversário, né?

Mas, se você ainda tem alguma dúvida, preparamos um comparativo de alguns pontos dos dois planos de governo, pra ficar mais fácil você decidir pelo Haddad:

 

1. Imprensa

Haddad: medidas para democratizar a imprensa e combater monopólios, como a Globo (p. 16)

Bonoraro: manter a mídia no controle dos poderosos e de famílias de políticos (p. 7)

 

2. Segurança

Haddad: Plano Nacional de Redução de Homicídios, modernização das políticas e valorização dos salários (p. 31)

Bonoro: carta branca para policiais matarem sem medo de serem julgados (p. 10) e redução da maioridade penal (p. 32)

 

3. Cultura

Haddad: criar um novo ciclo de políticas públicas em diálogo com toda a comunidade artística

Salnorabo: está em dúvida entre acabar com o Ministério da Cultura (https://bit.ly/2zCYS0i) e entregá-lo na mão do ex-ator pornô Alexandre Frota (https://glo.bo/2ADxmQR)

 

4. Agronegócio

???? Haddad: aumento da eficiência das pastagens, incentivo à agricultura familiar e reforma agrária (p. 56)

???? Bolsoliro: propostas genéricas que não significam muita coisa (p. 69)

 

5. Sindicatos

Haddad: valorização de sindicatos e associações que defendem os direitos dos trabalhadores (p. 40)

Bozonaro: perseguição aos sindicatos e trabalhadores (p. 64)

 

Quer confirmar? Dá uma olhada nos planos de governo:

 

PLANO DE GOVERNO HADDAD 

PLANO DO BOLSONARO

Ativistas culturais com AMÉLIA FEDERAL e WAGNER ESTADUAL, em defesa da Cultura

Ativistas culturais com AMÉLIA FEDERAL e WAGNER ESTADUAL, em defesa da Cultura

Amélia Naomi e Wagner Balieiro têm demonstrado ao longo da história compromisso com a defesa da cultura como elemento central para o desenvolvimento humano. Na Câmara dos Vereadores de São José dos Campos deram mostras concretas desse compromisso ao votar e apoiar projetos como:

– defesa da revitalização e abertura para a população do Cine Teatro Benedito Alves, importante patrimônio joseense preservado por lei municipal;

– defesa da revitalização das antigas estações de trem (Eugênio de Melo, Martins Guimarães e Central), preservadas por lei municipal, para serem utilizadas pela população;

– defesa da revitalização e abertura do Prédio da Coletoria do Estado para utilização da população;

– defesa da revitalização do Complexo da Tecelagem Parahyba e elaboração de Plano Diretor participativo para a ocupação desse privilegiado espaço;

– implementação, por lei, do Fundo Municipal de Cultura;

– aprovação da lei que cria a Semana Chico Triste;

– aprovação do Sistema Municipal de Cultura;

– apoio à Rede Municipal de Pontos de Cultura;

– apoio aos editais dos Mestre Cultura Viva e de Grupos de Cultura Popular;

– defesa da criação da Casa de Cultura Lili Figureira;

– apoio aos avanços promovidos pela gestão da Fundação Cultural Cassiano Ricardo 2013 – 2016;

– lutaram contra a lei que proíbe apresentações artísticas em semáforos;

– lutaram contra à extinção da Orquestra Sinfônica;

Com esta prática temos a certeza que na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, seus mandatos estarão à disposição dos movimentos culturais no âmbito estadual e nacional, na luta para implementação de políticas culturais, em especial na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira.

É premente que o Ministério da Cultura retome seu protagonismo na articulação com os entes da federação e sociedade civil, o que já foi realizado nos governos Lula/Dilma, para fazer valer os instrumentos de gestão cultural já consignados na Constituição Federal. Ainda no âmbito federal será necessário retomar a implantação da Lei Cultura Viva com os Pontos de Cultura pelo país; aprovar o mais urgente o Pró-Cultura elevando os recursos destinados ao Fundo Nacional de Cultura; ampliação dos editais e fomentos aos grupos e artistas, priorizando regiões desprovidas de recursos e equipamentos públicos, fortalecer e consolidar o Sistema Nacional de Cultura – SNC.

No Estado de São Paulo, será necessário diálogo com a sociedade para implantação dos instrumentos de Gestão Democrática Participativa: Conselho, Plano e Fundo; aumento do orçamento, que é escasso, e garantia de descentralização e distribuição para o interior; revisão da gestão por OSCs – Organizações da Sociedade Civil visando uma política mais integrada e otimização de recursos.

Além das bandeiras de luta no campo da cultura, os mandatos serão de suma importância para sustentação do presidente Haddad e o do governador Luiz Marinho no sentido de colocar em pratica seus programas de governo visando a diminuição das desigualdades sociais.

Com os mandatos dos deputados Amélia e Wagner temos a certeza que as demandas da cultura serão defendidas na Assembleia e no Congresso Nacional.

Por tudo isso é que nós declaramos todo o nosso apoio as suas candidaturas, pois desta maneira na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, no Litoral Norte e na Serra da Mantiqueira a cultura terá vez e voz.

ASSINAM ESTE MANIFESTO:

Adilson Dimas Santos | ex-membro do Conselho Deliberativo da FCCR

Adriana Marques | atriz –Teatro D`Aldeia

Alcemir Palma | ex-Presidente da FCCR

Almir Luz | músico e ator

Analú Oliveira | livreira e produtora cultural

Andréa Barros  | atriz

Anthony Aquino | ator

Arnaldo Akira | historiador e artista

Bêa Galvão | ativista cultural e sindicalista

Bete Bino | professora e produtora cultural

Brisa Palma | educadora

Carlos Rosa | ator e diretor

Cláudio Mendel | ator, diretor, ex-diretor Cultural da FCCR

Célio Chaves | historiador e ex-diretor de Patrimônio Histórico da FCCR

Celso Pan | músico

César Pope | músico, produtor cultural e presidente do Ponto de Cultura Rádio Aguapé

Cordéis Joseenses | músico e poeta

Daniela Savastano | produtora cultural

Déo Lopes | músico

Ed Trawtmam | engenheiro e cinegrafista

Fabrício Cunha | escritor

Fabrício Camilo | ativista cultural

Fernanda Silva | tecelã

Gabriel Alves da Silva Jr | membro do Conselho da FCCR e Conselho Gestor do FMC 2013-2016

Giba Reis | músico e produtor cultural

JB Magalhães | escritor e músico

Joka Faria | professor e escritor

Kika Campos | produtora cultural

Luciana Leite | atriz

Luciano de Paula| Diretor Cultural da APVE

Luelle Brito | produtora cultural

Marcello Stasi | regente e diretor artístico da extinta Orquestra Sinfônica de São José dos Campos

Márcio Oliveira | músico

Maria José Del Olmo | historiadora

Maria Helena de Castro | gestora administração pública

Mauricí Damaceno  | advogado e professor universitário

Mauro Chazanas | bancário aposentado e fã das artes

Max Gonzaga | músico

Meire Pedroso | professora e atriz

Peninha – Luiz Augusto | ativista cultural

Priscila Vidal | ex-diretora de Patrimônio Histórico da FCCR

Sandra Sampaio | regente de coral e ex-Diretora Cultural da FCCR

Silvia Nery | contadora de estórias e arte-educadora

Silvia Sotero | jornalista e atriz

Sueli Demétrio | agente cultural

Soyanara Reis | ativista cultural

Thiago  Silva | capoeira

Vanda Siqueira | psicóloga e ex-presidente da FUNDHAS

Vivian Rau | atriz e arte-educadora

Wangy Alves | historiador e diretor de teatro

William Resende | ativista cultural

Zenilda Lua | assistente social e poeta